viver

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O Eric do blog Rejeitados publicou 10 razões para não se ter um blog. Como resposta ao artigo, escrevo…

1. Ocupa muito tempo - Tempo esse que você poderia estar aproveitando em outras coisas, quem sabe, viver.

Vivemos na época onde tudo deve ser rápido, onde tempo significa vida. Pergunto, qual o seu interesse em criar um blog?! Acredito que muitos criaram um blog interessados em compartilhar algo, ocupar o tempo com uma atividade de aprendizado (ler e escrever), lazer. Um blog pode ser o destruidor da sua vida, mas pode ser uma ótima ferramenta para ocupar o tempo ocioso, fazer inclusão social… Imagina o tanto de crianças e adolescentes que ficam nas ruas fazendo coisas ilícitas. Agora imagina as mesmas tendo aulas de informática, escrevendo num blog…

2. Não é assim tão fácil - Todas as plataformas de administração, incluindo o Wordpress dão trabalho, principalmente se você for um iniciante. Demora um século para você conseguir instalar corretamente, e mais 2 para você configurar do seu modo, buscar plugins, escolher um tema, imagens, buscar ajuda em fóruns e em blog´s próprios.

Pra mim é conversa de preguiçoso! :D A plataforma Blogger é uma das mais fáceis, e TOTALMENTE GRÁTIS. Você criar um blog em menos de 5 minutos e aos poucos irá aprendendo a manejar e personalizar com todos os gifs piscantes e frescuras que o autor desejar. Não tem nada complicado! É um verdadeiro control C - clica alí - control V - clica pra salvar.

Por oferecer mais recursos, o WordPress.ORG se torna um pouco mais complicado, envolvendo conceitos de administração e configuração de servidores (hospedagem/domínio).

3. Você não vai ganhar dinheiro - Tire seu cavalinho da chuva, isso não vai acontecer. Aqui no Brasil os poucos blogueiros que ganham alguma coisa já estão há anos na internet, e a maioria deles já tiveram vários blogs até acertar um que faça sucesso. Mas o inverso é verdadeiro, você pode gastar dinheiro com servidores e domínio.

Uma imensa verdade! Mas se quero criar um blog com interesse em ganhar dinheiro, porque não crio uma empresa, um negócio?! Um blog pode ser um bom negócio, mas é preciso de um planejamento maior. Já disse e repito, a percepção que tenho é: Quer ganhar dinheiro com blog? Faça um plano de negócio. Analise todos os aspectos relacionados (clientes/usuários, concorrentes, mercado, fornecedores/patrocinadores… A lista é imensa!). Você vai descobrir que não é fácil, mas é possivel. Precisa de trabalho, tempo…

4. Seus amigos vão pensar que você está ficando louco - Mandando links no MSN a cada post pedindo para comentar. Vão falar que você só faz isso porque tem problemas na vida sexual. E sua mãe vai ficar seriamente preocupada a ponto de te levar ao medico.

Humor?! Ainda não aconteceu comigo, e com você?! Leitor-blogueiro?

5. Você não será um jornalista nem nada do tipo - Nada de querer ser o bambambam.

Todas as pessoas podem fornecer uma informação, dizer de forma diferente uma coisa que milhares já disseram. Todas as pessoas PODEM de certo modo, formar opinião ou pelo menos ajudar na formação. Jornalistas são (in)formadores de opinião/informação para muita gente. Um blogueiro pode ser (in)formador de opinião/informação para poucas pessoas, mas não é menos importante!

Temos blogueiros que são jornalistas, editores de livros, professores, biólogos, advogados, publicitários… Em alguns casos, penso que um blogueiro (dependendo da sua profissão) tem mais autoridade pra falar de determinado assunto que um jornalista. Políticos/Jornalistas algumas vezes tratam de assuntos que não tem um mínimo de conhecimento.

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Eu, eu mesmo e eu novamente! No começo não tinha visitas…
Como dizem que recordar é viver, estive relembrando alguns fatos acontecidos no primeiro ano na blogosfera. Um período de aprendizado, muitas descobertas, algumas comédias e muitos alguns erros. ;)

O primeiro erro de um blogueiro iniciante

Cerca de… sei lá quantos blogueiros +1 (EU)… Cometeram o primeiro erro antes mesmo de criar o blog. Na escolha do nome!
TODOS enquadrados no Artigo Blosque - Item 14; - Escolher qualquer nome…
Além dos cuidados que se deve ter com relação às marcas registradas, uso de caracteres especiais, o novo blogueiro (o aspirante a blogueiro) deve ficar atento a dois pontos que hoje, julgo imprescindíveis:

  • Quer associar o conteúdo do seu blog ao SEU nome?!

Não sei se é coisa do ser humano, mas a maioria das criações levam o nome do seu criado. Imagina se a criação é uma TREMENDA b*sta?! Já viu…
Nos dias de hoje, onde até as empresas fazem um buscazinha na internet sobre seus candidatos (seja fornecedor, empregado, etc), isso pode representar um ponto (positivo ou negativo) com relação a você! Portanto, se você não pretende ter - pelo menos inicialmente - seu nome associado diretamente ao blog, pense bastante antes de escolher.

Uma coisa interessante é: Se você criar um nickname (nome de usuário), como por exemplo: Garota sem fio, Anderssauro, usuário compulsivo… E você e/ou seu blog obtiver sucesso, você terá um nome artístico e poderá manter sua identidade secreta real com um pouco mais de privacidade, sem perda nenhuma das regalias blogosféricas.

  • Escolheu o nome?! Pense mais uma vez…

Pense agora que o nome do seu blog pode ser uma marca muito famosa! ;D

Depois de cometido os primeiros erros, iniciamos a saga… SOZINHOS…
Nos dois primeiros meses… eu tinha 10/15 visitas… E olha, acho que era eu, eu “dinovo” e eu novamente… :( Normal quando se estar iniciando um blog… Poucos artigos e quase nenhuma freqüência definida… Sem falar na qualidade… Enquadrados nos itens 6, 8 e 10 do Artigo Blosque. Quanto tempo de pena?! O resto da vida (do blog)…

É preciso criar conteúdo, ajustar o visual e depois começar a divulgar e conquistar espaço!

Por enquanto, é só! Tem muito mais nesse baú… até espero que seja breve!

Ser moderno não é fácil! Cheguei a essa conclusão quando notei que minha mãe é uma de milhões de mulheres modernas na nossa sociedade.

Trabalhar, trabalhar, trabalhar… Um estilo de vida cansativa, desgastante e estressante!
Acordar às 3hrs, 4hrs para lavar, cozinhar e sair para TRABALHO às 6h30min. Chegar às 18hrs, cozinhar, arrumar… De segunda a sexta. Aos sábados, trabalhar, cozinhar, passar, faxina na casa. E, em alguns domingos, trabalhar! Por ser a única analista no controle de qualidade da empresa, capacitada e capaz de realizar todos os testes para exportação do produto (castanhas de cajú).

Em alguns dias, a mulher chega cansadona, estressada, de não poder nem passar por perto. Com TPM?! Não! Ela fica pior quando nesse período. Sem falar que para ela e para muitas mulheres, esse período dura MUITO. A natureza de certa forma foi cruel, talvez injusta com ELAS. Mas temos que ajudar e compreender, são seres humanos capazes de realizar coisas não tão sensíveis como TRABALHAR 12, 13, 15 horas por dia.

Valorização da Mulher

Os homens que cercam essas mulheres precisam compreender e ajudar, com coisas simples. Chegou mais cedo do trabalho?! Prepara o jantar. Não sabe cozinhar?! Está na hora de aprender!
Ajude com a arrumação da casa. Essa ajuda significa principalmente manter-lá organizada, limpa.

Não podendo nunca faltar o carinho, atenção, a massagem…

Dona Maria… A mulher que me ensinou a ler, escrever, a mãe que sofreu por 4, ao passar com seus 3 filhos por dificuldades, a batalhadora incansável, a mulher que sempre gostei de estar por perto, da qual perdi a conta dos dias que passamos juntos, só eu e ela, quem várias vezes chorou e me fez chorar com sua luta… Uma convivência que aguçou minha sensibilidade, sensibilidade não é sinônimo de fraqueza, nem deve ser associadO EXCLUSIVAMENTE as MULHERES!

Desde de cedo, EU aprendi a lavar, passar, cozinhar, cuidar da casa, compreender e conviver com o universo feminino, que não é nada desconexo… Aprendi também a ouvir o “está pronto pra casar”. E já estou aprendendo a ouvir de IDIOTAS o “manicaca”.
Mulheres, mulheres, eu sei que você, meu carO amigO gosta dELAS, mas será que você aprendeu a AMÁ-LAS?!

Pela valorização da mulher proposta da Meire e da Lys, uma blogagem coletiva que acontecerá 8 de março e você não pode deixar de participar.

A vida ensina!”, quem nunca ouviu essa frase?!

Antes e durante o carnaval, estive refletindo sobre algumas coisas, uma delas foram as escolhas e modo como vivo. Sempre fui certinho, mas calma, não tire conclusões, ainda. Não mudei nesse aspecto e não é agora que vou mudar. O fato de ser “certinho” me tornou o exemplo para meus irmãos, o mais próximo que minha baixinha, querida mãe, tinha para mostrar aos meus, também queridos irmãos.

O garoto organizado, limpinho (criança odeia tomar banho, eu sempre adorei), estudioso, de quem “nunca” ouviu-se reclamação, que sempre fez (procurou fazer) as coisas direitinhas, que não gostava e não gosta de servir de exemplo para ninguém, irritava-se ao ouvir sua mãe o apontando como exemplo.

Segundo a minha psicóloga, cientista da computação, amiga, lindinha, esforçada, curiosa, antipática (mas legal), complicadinha - tanto paparico, não é?! Ela merece! - não esquecendo, também tarjada de certinha, há dois tipos de exemplos dos quais, um deles não gostamos de ser:
1 - O exemplo do SER
“Não gosto de parecer o modelo feito em resina de uma pessoa real, eu SOU uma pessoa real”.

2 - O exemplo do Fazer
“Se eu faço uma coisa boa, e alguém diz que isso o inspirou a também fazer algo bom…”

Não gostamos de ser o exemplo, modelo do SER, mas gostamos de ser o exemplo que inspirou e não forçou, alguém a fazer algo de bom.
Consigo entender um pouco mais minha irritação quando era o exemplo do que meus irmão deveriam SER. Talvez ser “certinho” seja um rótulo dado as pessoas que tentam fazer sempre coisas boas, mas não significa que não irão, nunca, jamais, fazer algo errado. Até porque certo ou errado, é uma questão tão complicada e filosófica quanto “Ser ou não ser?!” (Eis a questão!), na qual é fundamentada!

No rótulo “certinho”, as pessoas não conseguem ver (deve está em letras miúdas e garranchais) o ser humano que pode errar. E olha, quando erramos, somos sempre apontados como mau elemento. O certinho que fez algo terrível, não importa o tamanho, complexidade da besteira feita. O mesmo, sempre traz-me em mente uma expressão que quase nunca falo: Certinho, uma ova!

Aprende cabeça dura!

E o outro lado?! Os exemplos do que não devemos SER e não devemos Fazer. Será que não podemos aprender com eles?!
Temos muitas pessoas ao nosso redor e temos muitas informações sobre as coisas erradas que são feitas todos os dias no planeta que cada vez mais aquecemos. Basta assistir um noticiário. 80% das noticias são bons exemplos do que não devemos ser e não devemos FAZER. Corrupção, excessos com bebidas alcoólicas, imprudência no transito, assaltos, assassinatos… Uma infinidade de maus ou bons exemplos, depende da sua visão de aprendizado.

Os pais são os melhores, mais próximos exemplos para seus filhos. Não sou pai, mas aprendi e aprendo com os péssimos exemplos que ainda vejo. Maus exemplos, atos (fazer, fazeres) dos pais, às vezes não fazem seus filhos sentirem orgulho e um filho que não tem (ter, é fazer ou ser?!) orgulho do pai/mãe também pode não ser o orgulho do pai.

Não vou dizer que você deve mostrar maus exemplos aos seus filhos ou ser o bom exemplo, não sou pai! Mas como filho, uma conversa sobre “fazeres” (e não “seres”) certos e errados, pode ajudar-lo a fazer coisas boas. Pra ter essa conversa, você precisa de autoridade, se você for uma autoridade de coisas que não devem ser feitas, não perca seu tempo tentando dá bons conselhos do que ele deve fazer!

A vida não ensina a quem não quer aprender.

PS 01: Não esquecendo a parte que agrada meu irmão: Ser certinho também significa sonso, dissimulado… as vezes eu gosto quando esses termos são referidos a minha pessoa, sinto-me mais humano e humanos erram… Tb erro piiiiiiiiiii :D

PS 02: O fato de ter um mau exemplo como pai não significa que o filho também será um mau exemplo. As vezes o filho nem precisa de exemplos próximos para aprender. Os exemplos de fora são suficientes.

PS 03: “Acho que você é um programa de computador, um software, um vírus…” by Nih via MSN.
Resposta (Replay): É a prova que TEMOS falhas, bugs, errinhos que nos torna visíveis aos anti-vírus (também software), digo, as pessoas que convivem e conhecem nossos defeitos. É preciso conviver o bastante para conhecer os melhores/piores defeitos de uma pessoa!

A internet serve pra muitas coisas, entre elas, procurar pra serve a internet! :P

Um internauta chegou a esse blog procurando por “pra que serve a internet”. Deixou-me em clima de reflexão, por ser uma pergunta aparentemente simples, mas levando em consideração que ainda há locais onde a mesma não é tão popular e que a inclusão não chegou a todos, talvez justifique a procura pelo termo. Mas será que nós “incluídos” sabemos pra que serve mesmo?!

Hoje, acredito que a pergunta certa seria: O que você deseja na internet?!
Informação?! Diversão?! Comunicação?! Ganhar dinheiro?! Entre outras coisas legais e ilegais.

A falsa sensação de anonimato leva muitas pessoas a fazerem coisas erradas pela internet. Mas não se engane! Você pensa que não pode ser descoberto, mas está totalmente enganado! Só em acessar essa página, dados que podem ser usados para sua identificação são deixados nos servidores. Conselho: Não seja um cyber-otário!

Vá tomar no Cú!

Use a internet pra boas coisas. Aproveite a universalidade para aprender e viver melhor! Busque informações, faça negócios, comunique-se, compartilhe suas experiências, aprenda com as experiências dos outros, acrescente algo que julgue relevante! Agora me diz, o que andas fazendo na internet?!

Será que não chegou a hora de pensar um pouco e rever suas atitudes?! Será que não chegou a hora de viver mais em OFF?! Parar de ser o macaquinho do ditado popular… Deixar de ser o SUJO que fala do mal lavado?! Resumindo: Vá cuidar da sua vida e pare de apenas criticar as pessoas! Sem nunca dar uma sugestão!

PS: A internet AINDA é feita por pessoas e para pessoas.