questão

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A maioria dos blogueiros utilizam o FeedBurner para “queimar” o feed do blog e para disponibilizar as atualizações via e-mail aos seus leitores. Mas algumas vez o conteúdo não está mais agradando ou nunca agradou… Vai entender porquê???

A questão é, porque continua recebendo algo que você não gosta?! Eu, por exemplo, não assino blogs que não gosto, mesmo aqueles “TOP de Linha”. Não me agrada em nenhum aspecto, não assino!

Se você quer cancelar e não sabe como fazer isso, siga as instruções abaixo. É simples!

Primeiro: Repare no final do e-mail, um texto padrão (clique na imagem abaixo) no qual temos o nome do blog e um link para cancelar a inscrição (unsubscribe now). Clique no link para cancelar.

Step1

Segundo: Após clicar, você precisa confirma o cancelamento.

Step2

A dica é valida também para os e-mails contendo comentários (WordPress e Blogger). Repare o link de cancelamento que te levará à uma página de confirmação (Em alguns casos com mais opções).

Quando não houver o link você tem todo o direito de entrar em contato com o site exigindo o cancelamento. Caso contrário, o site/blog não tem nenhuma obrigação em remover. Você solicitou e confirmou o cadastro, você deve solicitar e confirmar o cancelamento.

A vida ensina!”, quem nunca ouviu essa frase?!

Antes e durante o carnaval, estive refletindo sobre algumas coisas, uma delas foram as escolhas e modo como vivo. Sempre fui certinho, mas calma, não tire conclusões, ainda. Não mudei nesse aspecto e não é agora que vou mudar. O fato de ser “certinho” me tornou o exemplo para meus irmãos, o mais próximo que minha baixinha, querida mãe, tinha para mostrar aos meus, também queridos irmãos.

O garoto organizado, limpinho (criança odeia tomar banho, eu sempre adorei), estudioso, de quem “nunca” ouviu-se reclamação, que sempre fez (procurou fazer) as coisas direitinhas, que não gostava e não gosta de servir de exemplo para ninguém, irritava-se ao ouvir sua mãe o apontando como exemplo.

Segundo a minha psicóloga, cientista da computação, amiga, lindinha, esforçada, curiosa, antipática (mas legal), complicadinha - tanto paparico, não é?! Ela merece! - não esquecendo, também tarjada de certinha, há dois tipos de exemplos dos quais, um deles não gostamos de ser:
1 - O exemplo do SER
“Não gosto de parecer o modelo feito em resina de uma pessoa real, eu SOU uma pessoa real”.

2 - O exemplo do Fazer
“Se eu faço uma coisa boa, e alguém diz que isso o inspirou a também fazer algo bom…”

Não gostamos de ser o exemplo, modelo do SER, mas gostamos de ser o exemplo que inspirou e não forçou, alguém a fazer algo de bom.
Consigo entender um pouco mais minha irritação quando era o exemplo do que meus irmão deveriam SER. Talvez ser “certinho” seja um rótulo dado as pessoas que tentam fazer sempre coisas boas, mas não significa que não irão, nunca, jamais, fazer algo errado. Até porque certo ou errado, é uma questão tão complicada e filosófica quanto “Ser ou não ser?!” (Eis a questão!), na qual é fundamentada!

No rótulo “certinho”, as pessoas não conseguem ver (deve está em letras miúdas e garranchais) o ser humano que pode errar. E olha, quando erramos, somos sempre apontados como mau elemento. O certinho que fez algo terrível, não importa o tamanho, complexidade da besteira feita. O mesmo, sempre traz-me em mente uma expressão que quase nunca falo: Certinho, uma ova!

Aprende cabeça dura!

E o outro lado?! Os exemplos do que não devemos SER e não devemos Fazer. Será que não podemos aprender com eles?!
Temos muitas pessoas ao nosso redor e temos muitas informações sobre as coisas erradas que são feitas todos os dias no planeta que cada vez mais aquecemos. Basta assistir um noticiário. 80% das noticias são bons exemplos do que não devemos ser e não devemos FAZER. Corrupção, excessos com bebidas alcoólicas, imprudência no transito, assaltos, assassinatos… Uma infinidade de maus ou bons exemplos, depende da sua visão de aprendizado.

Os pais são os melhores, mais próximos exemplos para seus filhos. Não sou pai, mas aprendi e aprendo com os péssimos exemplos que ainda vejo. Maus exemplos, atos (fazer, fazeres) dos pais, às vezes não fazem seus filhos sentirem orgulho e um filho que não tem (ter, é fazer ou ser?!) orgulho do pai/mãe também pode não ser o orgulho do pai.

Não vou dizer que você deve mostrar maus exemplos aos seus filhos ou ser o bom exemplo, não sou pai! Mas como filho, uma conversa sobre “fazeres” (e não “seres”) certos e errados, pode ajudar-lo a fazer coisas boas. Pra ter essa conversa, você precisa de autoridade, se você for uma autoridade de coisas que não devem ser feitas, não perca seu tempo tentando dá bons conselhos do que ele deve fazer!

A vida não ensina a quem não quer aprender.

PS 01: Não esquecendo a parte que agrada meu irmão: Ser certinho também significa sonso, dissimulado… as vezes eu gosto quando esses termos são referidos a minha pessoa, sinto-me mais humano e humanos erram… Tb erro piiiiiiiiiii :D

PS 02: O fato de ter um mau exemplo como pai não significa que o filho também será um mau exemplo. As vezes o filho nem precisa de exemplos próximos para aprender. Os exemplos de fora são suficientes.

PS 03: “Acho que você é um programa de computador, um software, um vírus…” by Nih via MSN.
Resposta (Replay): É a prova que TEMOS falhas, bugs, errinhos que nos torna visíveis aos anti-vírus (também software), digo, as pessoas que convivem e conhecem nossos defeitos. É preciso conviver o bastante para conhecer os melhores/piores defeitos de uma pessoa!