banho

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A vida ensina!”, quem nunca ouviu essa frase?!

Antes e durante o carnaval, estive refletindo sobre algumas coisas, uma delas foram as escolhas e modo como vivo. Sempre fui certinho, mas calma, não tire conclusões, ainda. Não mudei nesse aspecto e não é agora que vou mudar. O fato de ser “certinho” me tornou o exemplo para meus irmãos, o mais próximo que minha baixinha, querida mãe, tinha para mostrar aos meus, também queridos irmãos.

O garoto organizado, limpinho (criança odeia tomar banho, eu sempre adorei), estudioso, de quem “nunca” ouviu-se reclamação, que sempre fez (procurou fazer) as coisas direitinhas, que não gostava e não gosta de servir de exemplo para ninguém, irritava-se ao ouvir sua mãe o apontando como exemplo.

Segundo a minha psicóloga, cientista da computação, amiga, lindinha, esforçada, curiosa, antipática (mas legal), complicadinha – tanto paparico, não é?! Ela merece! – não esquecendo, também tarjada de certinha, há dois tipos de exemplos dos quais, um deles não gostamos de ser:
1 – O exemplo do SER
“Não gosto de parecer o modelo feito em resina de uma pessoa real, eu SOU uma pessoa real”.

2 – O exemplo do Fazer
“Se eu faço uma coisa boa, e alguém diz que isso o inspirou a também fazer algo bom…”

Não gostamos de ser o exemplo, modelo do SER, mas gostamos de ser o exemplo que inspirou e não forçou, alguém a fazer algo de bom.
Consigo entender um pouco mais minha irritação quando era o exemplo do que meus irmão deveriam SER. Talvez ser “certinho” seja um rótulo dado as pessoas que tentam fazer sempre coisas boas, mas não significa que não irão, nunca, jamais, fazer algo errado. Até porque certo ou errado, é uma questão tão complicada e filosófica quanto “Ser ou não ser?!” (Eis a questão!), na qual é fundamentada!

No rótulo “certinho”, as pessoas não conseguem ver (deve está em letras miúdas e garranchais) o ser humano que pode errar. E olha, quando erramos, somos sempre apontados como mau elemento. O certinho que fez algo terrível, não importa o tamanho, complexidade da besteira feita. O mesmo, sempre traz-me em mente uma expressão que quase nunca falo: Certinho, uma ova!

Aprende cabeça dura!

E o outro lado?! Os exemplos do que não devemos SER e não devemos Fazer. Será que não podemos aprender com eles?!
Temos muitas pessoas ao nosso redor e temos muitas informações sobre as coisas erradas que são feitas todos os dias no planeta que cada vez mais aquecemos. Basta assistir um noticiário. 80% das noticias são bons exemplos do que não devemos ser e não devemos FAZER. Corrupção, excessos com bebidas alcoólicas, imprudência no transito, assaltos, assassinatos… Uma infinidade de maus ou bons exemplos, depende da sua visão de aprendizado.

Os pais são os melhores, mais próximos exemplos para seus filhos. Não sou pai, mas aprendi e aprendo com os péssimos exemplos que ainda vejo. Maus exemplos, atos (fazer, fazeres) dos pais, às vezes não fazem seus filhos sentirem orgulho e um filho que não tem (ter, é fazer ou ser?!) orgulho do pai/mãe também pode não ser o orgulho do pai.

Não vou dizer que você deve mostrar maus exemplos aos seus filhos ou ser o bom exemplo, não sou pai! Mas como filho, uma conversa sobre “fazeres” (e não “seres”) certos e errados, pode ajudar-lo a fazer coisas boas. Pra ter essa conversa, você precisa de autoridade, se você for uma autoridade de coisas que não devem ser feitas, não perca seu tempo tentando dá bons conselhos do que ele deve fazer!

A vida não ensina a quem não quer aprender.

PS 01: Não esquecendo a parte que agrada meu irmão: Ser certinho também significa sonso, dissimulado… as vezes eu gosto quando esses termos são referidos a minha pessoa, sinto-me mais humano e humanos erram… Tb erro piiiiiiiiiii :D

PS 02: O fato de ter um mau exemplo como pai não significa que o filho também será um mau exemplo. As vezes o filho nem precisa de exemplos próximos para aprender. Os exemplos de fora são suficientes.

PS 03: “Acho que você é um programa de computador, um software, um vírus…” by Nih via MSN.
Resposta (Replay): É a prova que TEMOS falhas, bugs, errinhos que nos torna visíveis aos anti-vírus (também software), digo, as pessoas que convivem e conhecem nossos defeitos. É preciso conviver o bastante para conhecer os melhores/piores defeitos de uma pessoa!

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Não assisto o BBB

A Ru comenta a matéria publicada pela Folha Online sobre a repercussão que o Big Brother Brasil causa na blogosfera.

 

Carlos Cardoso navega pela administração do blog e mostra como é MUITO interessante e confortável, gerenciar o blog por dispositivos portáteis.
Comentário: Sinto-me como ele: (Não interpretem mal)

“…nevegar em dispositivos portáteis é como ver a Luciana Vendramini tomando banho, pelo buraco da fechadura. Por melhor que seja o dispositivo, é desconfortável. Frustrante, eu diria.”

 

Jonny explica a diferença entre plágio e copia não-autorizada, dá motivos para não plagiar e não utilizar textos sem autorização dos autores. Conclui com ótimas dicas caso deseje publicar textos que não sejam de sua autoria.

 

Quem ainda não teve um texto “chupado”, copiado sem autorização ou plagiado (tomado na cara dura), não sabe a raiva que dá! E quem já teve e não sentiu raiva, é porque não sabe o prejuízo que provocar. Portanto, recomendo a leitura para ambas as partes envolvidas.

 

Não faço blog com a intenção de ganhar dinheiro (Se fosse, já teria desistido!). Mas venho aprendendo bastante sobre diversas assuntos graças a disposição que tenho de LER e aceitar sugestões, criticas e bons conselhos de quem tem experiência (não falo somente com blogs, mas experiências de vida), como o meu caro amigo, Sérgio – tem sido um ótimo conselheiro! Brigadão ;)

O artigo do Bruno Alves me fez ter plena certeza que pra tudo temos que conhecer e planejar. Depois de um bom tempo nesse meio já temos uma noção de como funciona. Quer ter um blog de sucesso e viver disso?! Esteja disposto a trabalhar muito e como em tudo, você deve estudar, aprender bastante e planejar cada passo! Tratar seu blog como um negócio, e nesse país já sabe, cerca de 70% das empresas vão a falência antes do primeiro ano. Não quer entrar para as estatísticas? Prepare-se!

Minha conclusão: Se eu fosse iniciar um blog hoje com interesse em ganhar dinheiro, faria um plano de negócio!

 

Dois textos que se completam. Um fala sobre a verdadeira guerra que nós presenciamos no mundo da tecnologia (entre marcas/empresas). E o outro, uma reflexão sobre os nerds e suas incansáveis discussões (diria fighters, briguinhas idiotas) por uma MARCA, SO, aplicativo, linguagem, etc… babacas! :P

Seres capazes de idéias geniais “se perdendo” com discussões que não levam a nada!

 

A blogueira mais jovem até agora registrada é brasileira, filha do nosso camarada Sampson Moreira (o criador do Blogurinhas). A blogueirinha com apenas 6 meses invadiu o blog do pai e escreveu seu primeiro artigo!

Bacana! Acho que vou colocar meu sobrinho de 3 meses pra ver se saí algo aqui :D

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