Articles by Carlos Fran

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Confirmados no FLISoL Mossoró-RN

Lembro da dimensão do FLISoL 2009 em Mossoró (fotos) – poucas palestras e um público bem pequeno. Esse ano… segue abaixo, sinta o gostinho.

Workshop: Robótica, Automação e Sistemas Embarcados com Software Livre (Rafael Aroca)

Rafael Vidal Aroca possui mais de dez anos de experiência profissional no projeto e desenvolvimento de sistemas baseados em Linux, tanto para servidores e desktops quanto para plataformas embarcadas. Mestre em engenharia mecatrônica pela USP, defendeu dissertação na área de sistemas operacionais de tempo real, tendo previamente concluído graduação em Bacharelado em Informática com ênfase em administração e gerenciamento de redes pela Universidade de São Paulo (ICMC-USP). Atualmente é Desenvolvedor Pleno do Centro de Pesquisas Avançadas Wernher Von Braun.

Palestra: Conhecendo o GNU/Windows (Adorilson Bezerra)

Adorilson é formado em Tecnologia em Desenvolvimento de Software pelo Cefet-RN e em Ciência da Computação pela UERN. É desenvolvedor de sistemas no IFRN e professor substituto do curso de Ciência da Computação da UERN. Participa ativamente da organização do Projeto Software Livre-Rio Grande do Norte. Contribui eventualmente com código e tradução.

Palestra: Iniciativas de Software Livre e do PSL-RN no IFRN (Leonardo Minora)

Leonardo Minora é professor do IFRN desde 2003, é entusiasta e evangelista do software livre desde o início do Projeto de Software Livre do RN. Atualmente, facilita o estudo de diversos grupos de estudos de alunos do IFRN, coordena e participa projetos de pesquisa e extensão no IFRN e na UFRN/DIMAp, e cursa doutorado no curso de Ciências da Computação na UFRN/DIMAp.

Palestra: Modelos de Negócio com Software Livre (Gustavo Ribeiro)

Gustavo Ribeiro é técnico formado em Informática com ênfase em Processamento de Dados pelo CEFET-RN, bacharel do curso de Ciências da Computação/UFRN e atualmente mestrando em Engenharia da Computação do PPgEEC/UFRN. Fundador e um dos coordenadores do Projeto Software Livre – RN. Trabalha com Linux desde 2003, atuando na área de Administração de Sistemas/Redes. Atualmente é Analista de Redes e Sócio da Veezor, empresa de atuação nacional na prestação de serviços com Software Livre para redes corporativas e provedores de internet.

Presença ainda não confirmada de Elomar (Desenvolvimento Web) e Karlisson Bezerra do Nerdson.com (Editoração de Imagens)

A programação completa será divulgada muito em breve.

Mais informações: http://flisol.net/FLISOL2010/Brasil/Mossoro

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Beethoven, um gênio da música no século XIX, ainda hoje é considerado um dos compositores mais influentes e uma amostra desse fato, é o trabalho do guitarrista espanhol, Daniel Bautista.

Daniel Bautista já integrou várias bandas de diferentes estilos, o que me faz acreditar que ele é um musico privilegiado e de talento invejável. No DanielBautista.com você encontra vários trabalhos disponíveis para download, todos licenciados com Creative Commons, inclusive o destacado acima.

Dentre os trabalhos disponíveis no site, há trilhas e clássicos, como Superman (vídeo abertura de Superman | Versão Daniel Bautista) e a Sinfonia Nº 40 de Mozart (versão clássica | versão Daniel Bautista).

Vale a pena conferir.

PS: Para os nerd de plantão, este álbum foi gravado e mixado usando um Gentoo Linux. ;)

Extra: Eu gosto de acabar com a festa #lastfm http://twitpic.com/1d6x46 #chato … :P

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Ontem participei da Oficina de Tecnologias para a TV Digital Interativa, evento promovido pelo Laboratório Natalnet (XPTA.LAB) e realizada na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal-RN. Local e data, convenientes, visto que na segunda-feira (22/03), a InterTV Cabugi – afiliada da Rede Globo – inaugurou oficialmente o sinal digital em Natal. Relato alguns pontos à respeito dos temas abordado na oficina.

Produção de Conteúdo

Há um consenso que é preciso aproximação das várias áreas envolvidas(Engenharia, Computação, Comunicação, Artes e outras). É fato que as tecnologias estão bem mais avançadas do que a produção de conteúdos para TV Digital. Durante a oficina, houve o momento que uma equipe interdisciplinar foi formada para que desenvolvesse uma aplicação interativa. Não sei quanto aos demais participantes que estavam como platéia, mas notei uma certa confusão por parte dos comunicadores para se estabelecer a forma como os telespectadores poderiam interagir. A experiência confirmou que é necessário uma aproximação das áreas envolvidas e maior entendimento do potencial dessas tecnologias para a produção de conteúdo interativos para a TV.

Interatividade, Acessibilidade e Usabilidade

Tratando de acessibilidade e usabilidade, diria que a TV Digital (hoje) apresenta os mesmos problemas da Internet. Desenvolvedores precisam estar atentos para que os aplicativos sejam acessíveis e tenham uma boa usabilidade. Telespectadores podem sentir dificuldades em utilizar/interagir com alguns aplicativos e isso pode causar uma certa rejeição à emissora. O ponto positivo é que já existe uma preocupação nesse sentido – o que não ocorreu durante anos com relação à Web.

Vírus na TV?!

Uma discursão que não poderia deixar de existir, é com segurança. Um das principais preocupações é com relação aos aplicativos que podem ser maliciosos. O fato é que mais uma vez temos um cenário parecido (e que envolve) a Internet.

Na Internet, encontramos vários sites que oferecem o download de aplicativos e alguns desses sites e aplicativos podem não ser seguros. Na TV Digital os aplicativos que são executados no receptor do usuário (settop box ou uma TV que receba o sinal digital), basicamente, podem ter as seguintes origens:

1) Emissoras

As emissoras de TV enviarão aplicativos aos receptores e isso envolve uma responsabilidade e cuidados para que não causem danos aos seus telespectadores. Existe a preocupação das emissoras e segundo um dos palestrantes (Luiz Eduardo) pensam em internalizar equipes de desenvolvedores e outras cogitam a terceirização do serviço.

2) Conexões do aparelho receptor

Os receptores possuem, dependendo do modelo e fabricantes, portas para conexões, como por exemplo: USB, Ethernet, bluetooth, outras. Isso permite/permitirá que o usuário conecte dispositivos (teclados, celulares, smartphones, etc) ao seu receptor e possa executar aplicativos obtidos de outras fontes além dos fornecidos pelas emissoras. Isso envolve, claro, consciência do usuário e prática daquelas velhas regrinhas de segurança na Internet.

Canal de retorno, Interatividade e Inclusão Digital

Uma das grandes dúvidas e alvo de questionamentos, é quanto ao funcinamento do Canal de Retorno. De forma objetiva, o Canal de Retorno é o meio que os receptores dos usuários possuem para o envio de informações às emissoras, possibilitando a interação. Esse canal usa os mesmos protocolos da Internet (TCP/IP) e, é opcional nos receptores, ou seja, os fabricantes poderão ou não, disponibilizar nos seus produtos. Por esse motivo, acreditasse que seja uma barreira para a interatividade e alguns levantam observações relacionadas a inclusão/exclusão de telespectadores. Particularmente, acretido que com um tempo as TV e receptores do sinal digital se tornarão populares e ajudarão na difusão do acesso à Internet. Grande maioria terá uma TV com acesso à Internet em casa. Sou otimista quanto à isso.

TV vai virar Internet?

Falando de conteúdo, minha visão é que talvez não, mas pela interatividade proposta, teremos telas com muito mais informações (mídias) do que apenas um simples vídeo. Isto torna ainda mais importante a definição de novas metodologias para a produção de conteúdos e o desenvolvimento de aplicativos com um cuidado maior em relação à acessibilidade e a usabilidade. Outros pontos colocados durante a oficina, foram:

  • Pervasividade

Algumas pessoas querem simplemente sentar a frente da TV e assistir vídeos. Não querem interagir ou ter um um izinho brilhantes na tela da sua TV.

  • Modelos de negócios que as emissoras poderão adotar para explorar a Interatividade e gerar lucro$.

Acredite, é provável que esses modelos sejam muito semelhantes aos que existe na Internet.

Em geral, apesar dos avanços conquistados pelos pesquisadores brasileiros, temos muito o que pensar, descutir e trabalhar.

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