Cuidado! Seu cliente pode ter um blog

Sabe aquela historinha da Social Media?! (Mídia Social) Aquela de um cliente chamado Vincent Ferrari, que decidiu cancelar sua conta na AOL e, já sabendo como era (terrível) o Call Center da empresa, gravou a ligação e publicou o áudio em seu blog. Ele virou notícia de TV e mostrou o poder da blogosfera.

No Brasil, a moda é criar comunidade no Orkut, mas uma consumidora MUITO insatisfeita com o plano de banda larga 3G da Claro, que não agüentava mais ligar para o serviço de atendimento da operadora, que se encontra com problemas de instabilidade na conexão, a qual nenhum atendente esclarecia decentemente as suas dúvidas… Resolveu criar um blog: Claro que NÃO funciona

Claro-Oi-Vivo-Etc-Que não funciona

Uma forma que ela encontrou de protestar, já que a mesma afirma não poder cancelar o plano.

Frisando as exceções, ainda tem gente que me pergunta: Porque ter um blog?
PS: A Claro é a primeira colocada no rank de reclamações segundo o site do Bloqueio Não!
Fonte:Mundo Hi-Tech

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Se todo mundo reclamasse, de qualquer mau serviço prestado as coisas melhoravam. Muito boa a iniciativa dela.

onde esta “bloGueio não” vc quis dizer “bloQueio nao”, ne? rsrsrs… aceitavel essa troca de letrinhas… coisa de blogueiro, rs. bjs.

Oi Bia!
Obrigado! Não tinha percebido… “passei batido” hehehe…
Abraço e obrigado mais uma vez!

As empresas têm realmente que rever sua política de atendimento pq a internet e os blogs hj são ferramentas poderosas pra acabar com a a reputação de uma empresa e medir sua aceitabilidade…um blog como esse vai encontrar várias pessoas como a dona dele, que terão as mesmas reclamações que ela e vão difundir a insatisfação deles pela internet. Será que as empresas ainda não acordaram para o poder da internet e da blogosfera?

Se todos nós como consumidores tivéssemos iniciativa como a dela, as grandes empresas nos tratariam como consumidores devem ser tratados, com importância, atenção e dedicação, e o que acontece hoje como sabemos é o inverso, basta algumas empresas começarem a crescer que começam a destratar e ignorar aqueles que as sustentam em seu crescimento.